Postagens mais visitadas

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Mundos de Efeitu Borboleta: mapas mentais para o inconsciente coletivo

 ATLAS FILOSÓFICO

Aqui começa Efeitu Borboleta
não como história a ser seguida,
mas como Universo a ser atravessado

O mapa não explica. Ele provoca

Os Mundos aqui registrados não obedecem à lógica do espaço comum, eles surgiram quando ideias colidiram com emoções, quando o tempo perdeu o eixo e quando a consciência deixou de ser individual para tornar-se cósmica, cada forma, cada cor, cada fragmento flutuante é o vestígio de um pensamento que ganhou gravidade.

A Galáxia Mãe pulsa como origem e memória, gestando realidades que jamais se repetem, a Praça dos Oníris concentra encontros improváveis, onde sonho, vigília e ruído coexistem, alguns mundos giram em equilíbrio frágil; outros se desfazem lentamente, como verdades antigas que já não sustentam o peso do presente e há aqueles que observam, aqueles que silenciam, e aqueles que sangram luz.

Este mapa não é fixo
Ele se transforma conforme quem o contempla

Cada leitor percorre um trajeto diferente, pois os Mundos reagem à intenção, à dúvida e ao olhar, o que para uns é abrigo, para outros é abismo, o que parece distante pode estar perigosamente próximo.

Se você procurar direção, este mapa falhará.

Dança das Galáxias 2024, A.F.F

 Galáxia Mãe NGC 6872

O inconsciente coletivo do Universo num centro espiralado, quase uterino e seus pontos coloridos orbitando como ideias primordiais, o termo “Mãe” não é decorativo: é origem, matriz, caos fértil. 

A espetacular galáxia espiral barrada NGC 6872 está entre os maiores sistemas estelares há décadas. 

Essa enorme espiral tem 522.000 anos-luz de diâmetro.

Praça dos Oníris

Uma ágora metafísica dos Oniris, é o espaço mais “social” do mapa onde ideias colidem, um pedaço flutuante de terra, um ponto e centro de encontro.
 

Planeta Roxo da Ludy


 Mundo da subjetividade, da emoção crua, e da sonoridade, lugar onde a solitude é bem trabalhada com cuidados naturais, melodias e exercícios existencialistas, palco principal da rockeira Ludy Solitude.

 

Verde Vivo de Peri

Tons mais equilibrados, é o planeta mais “habitável” emocionalmente, movimento menos caótico, presença de corpos celestes próximos, simboliza vitalidade, resistência e cultura, palco principal do Índio Peri.
 

O Mundo Sagrado de Asti

Fragmentado, quase em colapso, forte filosoficamente, partes do Planeta se desprendendo. O sagrado aqui não é estável, é frágil, é o sagrado como algo que pode ruir se não for cuidado, é no entanto, um espaço de resiliência e adaptação, palco principal da guerrilheira Asti.
 

Torre do Televisivo

Planeta-olho, possui uma poderosa antena de transmissão e receptação, desempenhando vigilância nas ordens de vida que se tornam inteligentes e o ameaça, sua comunicação é unilateral, um Mundo frio emocionalmente onde o sistema Televisivo arma suas notícias falsas e estratégias de alienação cósmica.
 

Luas de Lápides

É um Mundo minimalista e silencioso, um adágio visual melancólico e pessimista onde o espectro Deadjow pratica o niilismo da forma humana, suas lápides indicam um terreno de morte, vazio e esquecimento.
 

    rochedos de aruna

Palco principal da Monge Aruna é um mundo de dores e adaptações, sua forma lembra a de um cérebro, nada ali é confortável, mas tudo é verdadeiro, simboliza a dor como força estruturante, não a dor que paralisa, mas a que molda, endurece e, paradoxalmente, mantém vivo.

 

Dois personagens principais não possuem um terreno certo, 
vagando entre todos os Mundos apresentados, Inomináveis e Cosmologista.

Print do Pescador de Galáxias "Pescando sem querer Galáxias de Luz, num monte de Matéria Escura"

Nenhum comentário:

Postar um comentário