TELEGRAMA CARTOONESCO 03#
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André F. Fidelis
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Novidades de material chegando!
E lembrem-se: tudo encontrado neste espaço é feito no CorelDRAW ou desenhado no piloto à mão e digitalizado pela impressora, mantenho os quadrinhos bem primitivos, do jeito que gosto.
Vou falar um pouco sobre a estrutura do desenho digital dos semanais e sobre os dois estilos distintos que permeiam a obra.
Também separei ainda um espaço para falar da colaboração com o desenhista e estudante de biologia Oliverton Tsubasa, numa estética bem própria do pontilhismo dele aplicada a esse Universo.
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Os semanais têm uma arquitetura própria, o desenho digital é mais direto, mais discursivo, quase como um roteiro que conversa com o leitor de maneira objetiva.
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Organização dos Semanais em estrutura diferente do piloto e papel, focada nos diálogos e na interação entre os personagens já selecionados, enquanto o traçado a mão é mais abstrato, simbólico e onírico, o digital é mais direto e linguístico.
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Aqui você vai encontrar desde o nascimento á morte de uma estrela, aglomerados de galáxias, espécies descobertas recentemente, o processo de propagação de uma planta, onde tudo transpassa na poesia e no liricismo, uma dinâmica envolvente de conhecimento e fantasia. Por enquanto não tenho uma data fixa de lançamento nem mesmo as plataformas que estarão disponíveis, no entanto já me encaminho para o término do conteúdo feito a mão e iniciarei sua digitalização para adentrar o layout do projeto.
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| Esboço das novas espécies descobertas em 2025 |
Dando enfoque ao método do piloto, no entanto, no digital as cores vem para tornarem-se o pico criativo do chibi cartoon.
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| Esboço de um aglomerado de Galáxias registradas. |
Por fim, abro espaço para a colaboração com o amigo, desenhista e estudante de biologia Oliverton Escórcio, seu pontilhismo, minucioso e orgânico, insere uma camada quase microscópica ao Universo de Efeitu Borboleta.
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| Personagem Oniri retratado no traçado pontilhista de Oliverton Escórcio. |
É um início promissor de colaboração e acredito que renderá um extenso material futuro.
Fico feliz de ter essa união de técnicas, ver o desenho do Oliver é como se cada ponto fosse uma célula viva compondo um organismo maior, essa fusão de estética científica e sensibilidade artística expande ainda mais as possibilidades visuais da obra mantendo, acima de tudo, sua essência primitiva e autoral.
DIGITAL + PAPEL
Um trabalha a linguagem como ferramenta; o outro, como mistério.
Entre ambos, nasce um equilíbrio fértil: razão e delírio, estrutura e intuição, diálogo e silêncio visual coexistindo como duas faces de uma mesma cosmovisão criativa.